Hoje eu estou doente. Acho muito que esse ano não fez bem para minha saúde. Não é a primeira vez que passo mal e parece que não vai ser a última. Justamente quando não tenho mais plano de saúde. Murphy. Saco.
Na quinta à noite, comecei a sentir fortes dores no estômago. Fui dormir sozinha em casa, apesar dos convites de amigas para dormir na casa delas. Quase não dormi. Amanheci muito mal do estômago na sexta-feira. Liguei para uma colega de trabalho perguntando se ela também estava mal, uma vez que ela tinha comido a mesma banana que eu do dia anterior, no almoço, e ela respondeu que não. Droga. Não era comida o meu problema.
Fiquei deitada o dia inteiro, dormindo e acordando, ligando pra minha mãe para chorar (tadinha, ela a 460 km de distância, desesperada). Mas conversar com ela me aliviava um pouco. Resultado: à noite, recebi visita de amigas, tomei um quarto de uma cumbuca de caldo e fui dormir esperando meus pais chegarem de viagem. Eles vieram para cuidar de mim. Como eu os amo!
Na manhã de sábado, meus pais me levaram para o hospital. SUS é uó. Desculpa, mas é. A recepcionista percebendo minha cara de dor me colocou na frente da fila. Agradeci tanto à ela por isso. Eu realmente não estava aguentando.
A médica, muito simpática, me enviou para a emergência da onde saí algumas horas depois com dois furos no braço. Quem me conhece sabe que eu tenho PAVOR de agulha. Mas, tudo bem. Tudo para sarar. Vi cenas terríveis naquela emergência. Nem tenho coragem de descrever aqui. Meu estômago ainda não está bom, e ele embrulha ao lembrar. Sorry.
Dormi o sábado todo. Uma parte por cansaço, noites sem dormir e outra por causa dos remédios. Acordei, tomei um banho e fomos visitar minha irmã.
Não dormi nada de sábado para domingo (hoje). Aproveitei para ler o livro "Noites tropicais" do Nelson Motta, que por sinal me divertiu a madrugada. Hoje de manhã lá estava eu novamente no hospital. Meus pais foram comigo. Dessa vez, a recepcionista era outra, e não me passou na frente. Eu tinha que mostrar o resultado do exame para o médico. Depos de horas, mostrei o resultado e ele me deu mais um exame para fazer e mais injeções. Burlei o enfermeiro (ele concordou comigo que não precisava tomar dipirona na veia já que ia tomar via oral, ora bolas) e fui almoçar com meus pais e irmã.
Ah, hoje é dia das mães. Que dia para ficar doente, não? Pois é... Mas essas coisas, infelizmente, não se escolhe.
Estou eu agora, curvada de dor de estômago, tomando soro caseiro e esperando o remédio contra dor fazer efeito. Não é mole não. Mas eu aprendi que uma hora essa dor passa. Todas as dores passam uma hora. E essa não vai demorar. Estou nas mãos de profissionais, tenho o carinho da minha mãe, pai e irmã para cuidarem de mim e em breve nem vou lembrar mais o que é sentir dor de estômago.
Porém, uma coisa que não vou esquecer daqui prá frente é: prefira suco ao refrigerante, Sobell.
:)
domingo, 10 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
De volta prá casa..
Cá estou eu novamente na minha cidade, depois de 8 meses.
É bom estar de volta. É muito bom.
"Por ser de lá
Lá do interior, do mato
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado
Por ser de lá,
Na certa, por isso mesmo
Não gosto de cama mole,
Não sei comer sem torresmo..."
:))))
É bom estar de volta. É muito bom.
"Por ser de lá
Lá do interior, do mato
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado
Por ser de lá,
Na certa, por isso mesmo
Não gosto de cama mole,
Não sei comer sem torresmo..."
:))))
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